29 Abr

Os acadêmicos de Biomedicina do 6° período realizaram no último dia 26/04 uma visita técnica ao Hemocentro de Teresina – PI. A visita correspondeu a uma atividade da Semana de Oficinas Profissionalizantes da disciplina de Hemoterapia e Banco de Sangue, ministrada pela Profª. Michely Laiany, o objetivo da visita foi permitir aos acadêmicos entender como ocorre o processo de captação, processamento, armazenamento, controle de qualidade e distribuição do sangue.

Ao final da visita todos foram  convidados a doarem sangue e realizar o cadastro no Banco de Doadores de Medula,  como forma de incentivar e demonstrar a importância da solidariedade.

escrito por juliana.cunha

27 Abr

O curso de Biomedicina da Maurício de Nassau, Campus Pituba através da Liga Acadêmica Multidisciplinar em Análises Clínicas tem o prazer de convidar a todos para participarem de mais uma de nossas sessões científicas sobre o Zika Vírus e os danos causados pelo mesmo ao organismo humano.

A sessão será conduzida por nossa colaboradora Msc. Isabela Peixoto, Mestra e Doutoranda em Biotecnologia pela UFBA e residente do laboratório de Virologia da UFBA responsável pela descoberta do Zika Vírus no Brasil.

Participem!

escrito por Edjacy Lopes \\ tags: , ,

27 Abr

Hoje, dia 27 de abril, durante toda a manhã foi promovido uma atividade de responsabilidade social em alusão ao dia do Índio, comemorado no dia 19 de abril.

A programação contou com palestras, debares e exposição de itens característicos a cultura indígena, a presença de um índio da tribo Guajajara da cidade de Barra do Corda – MA e alunos dos diversos cursos da instituição.

O evento foi de extrema relevância para a Unidade Aliança por trazer ao cotidiano dos alunos e colaboradores a importância das outras culturas, assim como, contribuir para a divulgação e respeito aos povos indígenas.

escrito por juliana.cunha

25 Abr

escrito por Fernando Vital

24 Abr
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Um chip que detecta 18 tipos de câncer em estágio inicial por meio de um teste sanguíneo foi desenvolvido pela professora e biomédica pernambucana Deborah Zanforlin. De acordo com ela, o resultado do exame é informado ao paciente em 15 minutos. O ConquerX – como foi denominado – foi criado com o intuito de “auxiliar as pessoas de baixa renda a descobrirem a doença, já que a tomografia e mamografia, por exemplo, são caras”, destacou Deborah.

Em 2015 a professora passou a tentar transformar o projeto em um produto para que ele deixasse de ser apenas uma pesquisa, e acabou sendo premiada pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). “Eu queria que a população tivesse acesso ao chip, mas tive dificuldades com relação ao investimento para a produção do material. No ano passado eu recebi uma medalha de prata em uma premiação do MIT, nos Estados Unidos. Lá, eu conheci quatro pessoas que aceitaram trabalhar comigo para fazer do projeto de pesquisa uma pequena empresa”, contou ao G1 a biomédica.

Após formar sociedade com profissionais da Eslováquia, Vietnã, Espanha e Argentina, Deborah começou a testar o chip em algumas pessoas e obteve resultado positivo.

Os testes foram realizados em Pernambuco, local onde o projeto foi desenvolvido. “Estamos trabalhando para fazermos alguns testes nos Estados Unidos”, ressaltou a biomédica.

Unifavip-biomédica-Deborah-ZanforlinO dispositivo ainda não está em processo de produção porque é necessário ter a autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) – no Brasil – e da Administração de Alimentos e Medicamentos dos Estados Unidos (FDA) – nos Estados Unidos. “Estamos trabalhando para patentear o ConquerX. Depois vamos resolver esta questão com as agências reguladoras de saúde”, informou.

Biossensor
O projeto consiste em um biossensor em formato de chip que mapeia marcadores sanguíneos que indicam os tipos de câncer. “O diagnóstico precoce do câncer aumenta para 70% as chances de cura. O chip fará com que as pessoas deixem de ver o câncer como uma sentença de morte, além de ajudar no esquema de prevenção”, ressalta a professora.

O sistema do chip é portátil e pode ser levado com facilidade para cidades do interior, onde o acesso a testes e tratamento contra o câncer é difícil. Outra característica do dispositivo é que ele não emite radiação.

Fonte: G1 Caruaru

escrito por Edjacy Lopes

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